Esta edição do jornal é constituída por 24 páginas, sendo que duas delas (6 e 7) são páginas de anexo, podendo servir de póster, pois apresentam o cartaz do evento - "ARCO on the move!".
Anexo:
CARTAZ DE DIVULGAÇÃO
O cartaz divulgativo do nosso evento, de tamanho A1, tem como principal objetivo chamar a atenção aos moradores do bairro, principalmente, explicar o evento e ao mesmo tempo não dar detalhes a mais para manter uma certa curiosidade do público. Foi inspirado no cartaz do filme de Federico Fellini “Amacord”.
SINOPSE #1
Tanto o filme como o livro do bairro que concebemos no Projeto 2 (P2) terminam com uma sensação de continuidade, de suspensão no ar de algo que ainda não está terminado. O livro finaliza com a palavra “interviremos”. O filme termina com uma nova ideia de mudança.
Assim, o Projeto 3 (P3) é, deste modo, o culminar de todo o trabalho desenvolvido durante este semestre. Agora, perante o que absorvemos do bairro, o quanto nos envolvemos, o quanto nos desagradou e o quando nos fascinou, foi-nos desafiada a elaboração de um plano bem definido e estruturado para uma intervenção no nosso bairro, uma marca nossa no lugar onde tanto vivemos nestes últimos meses. Um lugar com que criamos, sem dúvida, afinidade, proximidade. Por muito difícil que tenha sido conhecê-lo, o bairro está para sempre guardado na nossa memória.
Pensámos, trocámos reações, partilhámos sentimentos, juntámos ideias, debatemos opiniões relativas à vida do bairro… Do que mais tínhamos a certeza: o silêncio e a apatia, a passividade e o conformismo são uma realidade inegável. O Arco do Cego é um dormitório, a maioria das pessoas que o habitam saem de manhã para o trabalho e voltam à noite para jantar e dormir. Os adultos vivem lá mas apenas à noite, a sua vivência não se faz notar. O bairro para eles é apenas um lugar de passagem. Os idosos ficam em casa durante todo o dia, pouco saem à rua e quando saem deambulam silenciosamente sem fazer perceber a sua presença.
O único som que se ouve e se manifesta são as crianças na escola. Durante os dias de semana e principalmente nas horas de intervalos das aulas, os jovens são a voz que mais se faz ouvir no bairro. No entanto, muitos deles nem são habitantes do Arco do Cego, alguns sim e alguns vêm apenas estudar. É um pouco irónico, de certo modo, que as pessoas que mais se manifestam no bairro nem são as que lá habitam mas sim as que lá passam a maior parte do seu dia.
Perante esta realidade, queremos instalar algo que seja apelativo e chame a atenção de um bairro tão quieto, que chegue a todos os habitantes, mas ao mesmo tempo que não disturbe o seu bem estar. Pensámos portanto, em criar um canal de rádio do bairro, um objeto que vai ao encontro das pessoas, uma vez que as pessoas não parecem disponíveis para ir ao encontro de inovação e mudança. O nosso projeto consistirá então em investigar programações de diferentes estações de rádio e criar a nossa própria, adaptando este programa três grupos de habitantes a quem pretendemos chegar, idosos, adultos e crianças, tendo em atenção as horas do dia destinadas a cada um. Por exemplo, um programa de músicas antigas destinado aos mais idosos poderá passar a meio da tarde, enquanto para as crianças passará ao final da tarde depois das aulas e para os adultos só ao fim do dia. O nosso canal de rádio não será certamente diário mas sim uma emissão de 1 a 3 dias que transmita aos moradores a falta de iniciativa que têm e lhes dê a conhecer as diferentes pessoas que habitam o bairro e não interagem umas com as outras.
Pretendemos ouvir e ser ouvidas, fazer ouvir, escutar, transmitir, dar a conhecer. A nossa programação seria transmitida por um carro de som instalado no bairro durante o(s) dia(s) de emissão. Para o nosso projeto iremos: estudar a população do Arco do Cego, perceber o que queremos destinar a cada grupo populacional, definir detalhadamente a programação do nosso canal de rádio, listar o material e equipamento necessário, perceber que autorizações precisamos para instalar o material adquirido, escolher de que modo queremos divulgar a nossa intervenção. Como é certo, à medida que vamos desenvolvendo o projeto, é natural que vão surgindo novas ideias. Assim, estaremos abertas a mudanças no percurso e a novas sugestões que possam aparecer.
SINOPSE FINAL (REFORMULAÇÃO)
Tanto o filme como o livro do bairro que concebemos no Projeto 2 (P2) terminam com uma sensação de continuidade, de suspensão no ar de algo que ainda não está terminado. O livro finaliza com a palavra “interviremos”. O filme termina com uma nova ideia de mudança.
Assim, o Projeto 3 (P3) é, deste modo, o culminar de todo o trabalho desenvolvido durante este semestre. Agora, perante o que absorvemos do bairro, o quanto nos envolvemos, o quanto nos desagradou e o quando nos fascinou, foi-nos desafiada a elaboração de um plano bem definido e estruturado para uma intervenção no nosso bairro, uma marca nossa no lugar onde tanto vivemos nestes últimos meses. Um lugar com que criamos, sem dúvida, afinidade, proximidade. Por muito difícil que tenha sido conhecê-lo, o bairro está para sempre guardado na nossa memória.
Pensámos, trocámos reações, partilhámos sentimentos, juntámos ideias, debatemos opiniões relativas à vida do bairro… Do que mais tínhamos a certeza: o silêncio e a apatia, a passividade e o conformismo são uma realidade inegável. O Arco do Cego é um dormitório, a maioria das pessoas que o habitam saem de manhã para o trabalho e voltam à noite para jantar e dormir. Os adultos vivem lá mas apenas à noite, a sua vivência não se faz notar. O bairro para eles é apenas um lugar de passagem. Os idosos ficam em casa durante todo o dia, pouco saem à rua e quando saem deambulam silenciosamente sem fazer perceber a sua presença.
O único som que se ouve e se manifesta são as crianças na escola. Durante os dias de semana e principalmente nas horas de intervalos das aulas, os jovens são a voz que mais se faz ouvir no bairro. No entanto, muitos deles nem são habitantes do Arco do Cego, alguns sim e alguns vêm apenas estudar. É um pouco irónico, de certo modo, que as pessoas que mais se manifestam no bairro nem são as que lá habitam mas sim as que lá passam a maior parte do seu dia.
Perante esta realidade, queremos instalar algo que seja apelativo e chame a atenção de um bairro tão quieto, que chegue a todos os habitantes. Pensámos inicialmente, em criar um canal de rádio do bairro, um objeto que fosse ao encontro das pessoas, uma vez que as pessoas não parecem disponíveis para ir ao encontro da inovação e da mudança. Imaginámos a criação da nossa própria programação de rádio, adaptando este programa três grupos de habitantes a quem pretendemos chegar, idosos, adultos e crianças, tendo em atenção as horas do dia destinadas a cada um. Por exemplo, um programa de músicas antigas destinado aos mais idosos poderá passar a meio da tarde, enquanto para as crianças passará ao final da tarde depois das aulas e para os adultos só ao fim do dia. A nossa programação seria transmitida por um carro de som instalado no bairro durante o(s) dia(s) de emissão. O nosso canal de rádio não seria certamente diário mas sim uma emissão de 1 a 3 dias que transmita aos moradores a falta de iniciativa que têm e lhes dê a conhecer as diferentes pessoas que habitam o bairro e não interagem umas com as outras.
Rapidamente percebemos que esta ideia, apesar de possível de concretizar, poderia não ir ao encontro dos nossos objetivos. Um programa de rádio dentro dos modelos do comum a que estamos habituados poderia ser só mais um, e mesmo passando um carro de som pelas várias ruas do bairro, as pessoas perante uma rubrica ou notícia formal, perderiam o interesse de imediato. Por este motivo, decidimos planear algo mais em modo festa, convívio, provocar realmente uma animação, despertar. Um carro fora do normal, que passasse música também esta pouco comum e extremamente animada. Algo quase ao nível de uma festividade cigana, sendo que o percurso do carro pelo bairro atrairia um número elevado de habitantes, e culminaria com uma festa na praça principal, com som, convívio, atuações de música e dança.
Pretendemos ouvir e ser ouvidas, fazer ouvir, animar, dinamizar. Para o nosso projeto iremos: definir detalhadamente a programação de som, as horas de emissão, o percurso do carro, quais as atuações, listar o material e equipamento necessário, perceber que autorizações precisamos para instalar o material adquirido, escolher de que modo queremos divulgar a nossa intervenção. Como é certo, à medida que vamos desenvolvendo o projeto, é natural que vão surgindo novas ideias. Assim, estaremos abertas a mudanças no percurso e a novas sugestões que possam aparecer.
PRÉ-MAQUETE
A pré-maquete do projeto “ARCO on the move!” divide-se em duas partes:
- uma apresenta a estrutura geral do bairro do Arco do Cego, sendo que o seu objetivo é dar ênfase ao percurso que a roulote iria tomar, em torno do bairro. Pode-se ver todo o bairro representado e uma frágil roulote movível que se movimenta pelo bairro.
- a outra parte é uma roulote apenas, construída da exata maneira como seria na realidade, faltando apenas a representação do cavalo que puxaria a roulote.
Ou seja, a pré-maquete faz um sumário do projeto, enfatizando a roulote e o seu percurso.
PROGRAMA DA EMISSÃO DE RÁDIO
18:00, LICEU D.FILIPA DE LENCASTRE
MÚSICA INICIAL: Djindji-rindji bubamaro, de Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra
18:05 MAFALDA Boa tarde habitantes do Arco do Cego, como se sentem hoje? O meu nome é Mafalda e sou a porta-voz do grupo trinta e cinco, constituído não só por mim mas também por mais três almas que estão presentes aqui hoje comigo também: a Mariana, a Marta e a Sofia. Ora bem, estamos aqui hoje reunidas, nesta maravilhosa roulote de som para dar vida ao nosso último projeto relativamente ao nosso trabalho aqui no bairro. Alguns de vós já nos terão visto por aqui a filmar, tirar fotografias ou simplesmente quietas numa tentativa de nos adaptarmos ao bairro, outros não farão a mínima ideia de quem somos, mas nada que não se explique: o grupo trinta e cinco é um grupo de trabalho do primeiro ano de Faculdade Belas-Artes, do curso de Design de Comunicação e, no segundo semestre deste ano, foi-nos proposto um trabalho sobre um bairro da cidade de Lisboa, pelo que o nosso grupo escolheu o Arco do Cego e, desde aí, temo-nos como que “autointegrado" no bairro. Bom, sem mais demoras, vamos dar início ao nosso último projeto. Seguirá uma emissão da nossa estação de rádio, durante uma hora, cujo som será transmitido ao longo de um percurso no bairro. Juntem-se a nós!! Agora deixo-vos com The No Smoking Orchestra e as sua músicas Pitbull terrier, Wanted Man e Dobrila e que comece a festa no bairro do Arco do Cego!!
18:07 MÚSICA “PITBULL TERRIER”
18:11 MAFALDA Isto foi The No Smoking Orchestra com Pitbull Terrier, caros ouvintes. Vou aproveitar esta oportunidade, antes de vos deixar de novo com as outras duas músicas que vos prometi, para vos informar que se encontram disponíveis, aqui connosco, as primeira, dupla (segunda e terceira) e quarta edições do nosso jornal de bairro Desassossegos Invisíveis e, se desejarem tê-las, basta, quando pararmos a roulote, se dirigirem até nós que teremos todo o gosto em distribuir!Agora, Wanted Man e Dobrila, de The No Smoking Orchestra.
18:12 MÚSICA “WANTED MAN” E “DOBRILA”
18:21 MAFALDA Acabou de tocar The No Smoking Orchestra com Wanted Man e Dobrila. Bom, e parece que já fizemos metade do percurso, pelo que estamos a passar pela Associação São João de Deus. Volto a mencionar que quem quiser pode obter as edições 1, 2+3 e 4 do nosso jornal de bairro “Desassossegos Invisíveis”, disponíveis connosco aqui dentro da roulote.
Volto a deixar-vos com 10minutos de música divertidíssima para abanar o corpo!! Vai tocar Idoli, com Maljciki, Goran Bregovic com Gas Gas e Pampur Galbeno.
MÚSICA “MALJCIKI” E “GAS GAS” E “PAMPUR GALBENO”
18:31, LICEU D.FILIPA DE LENCASTRE MAFALDA Estamos de volta ao liceu, pelo que o nosso percurso terminou. No entanto, não dispersem!! Fiquem connosco e deixem-me primeiro dizer-vos porquê: dentro de momentos o grupo trinta e cinco vai apresentar um podcast sobre o bairro que com certeza não querem perder! Mas calma, as novidades não ficam por aí, a seguir ao podcast temos programadas duas atuações!! Os Farra Fanfarra estão prontos a mostrar do que são capazes e depois temos um grupo de dançarinas GIPSY do bairro da Balsa em Viseu que vos vêm encantar! Mas para já, fica um teaser da atuação dos Farra Fanfarra e vamos ao podcast!
MÚSICA: #TEASER FARRA FANFARRA PODCAST
18:42 MAFALDA Terminada a nossa conversa e antes de vos deixar com mais duas músicas para mexerem esses corpinhos e ficarem preparados para o que se segue, relembro-vos que os Farra Fanfarra estão cá para vos alegrar e um grupo de dançarinas gipsy para vos enfeitiçar! E não se esqueçam de que, se quiserem acompanhar de uma maneira mais aprofundada o nosso projeto, podem! Venham buscar um exemplar do nosso jornal de bairro Desassossegos Invisíveis. Bom, despeço-me de vós com um teaser dos Farra Fanfarra e as músicas Kalashnikov de Goran Bregovic e Karakaj de Emir Kusturica! Vemo-nos nas atuações, até já!
MÚSICA “KALASHINOV” E “KARAKAJ”
MAQUETE
Ao contrário da pré-maquete, que representa a estrutura geral do bairro; a maquete foca-se no centro do bairro do Arco do Cego, o espaço em frente à Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, e casas em redor.
A roulote vai partir deste espaço para realizar o seu percurso pelo bairro, a um ritmo pedonal, terminando no mesmo local. Sendo assim, é essencial este espaço destacar-se na nossa maquete.
Através deste local fulcral e caminhos divergentes, é possível alcançar o maior número de habitantes e visitantes do bairro, de forma a atraí-los para a nossa festa em movimento, e, acima de tudo, criar uma alteração nas suas perspectivas e atitudes face ao seu bairro.
ESCALA: 1/100
LICENÇA DE SOM
Relativamente às licenças e permissões, recorremos aos regulamentos da Câmara de Lisboa para saber o que nos é ou não possível. De acordo com o “Regulamento de Ocupação do Espaço Público, Mobiliário Urbano e Publicidade na Zona de Intervenção”, é permitido realizarmos o nosso evento tendo em conta que a caravana pode circular e parar na praça. No mesmo regulamento percebemos que também é legal realizarmos atuações artísticas (música e dança) no espaço público.
(Regulamento de Ocupação do Espaço Público, Mobiliário Urbano e Publicidade na Zona de Intervenção, Capítulo VI, Secção II, Artigo 44º e Artigo 45º; Capítulo VII, Secção II, Artigo 47º e Artigo 48º)
Relativamente à projeção de som, há legislações específicas e licenças que temos de adquirir na Câmara Municipal de Lisboa. No Regulamento Geral de Ruído lemos que a emissão de som das das 7h às 00h requer o preenchimento de uma licença (Decreto de Lei nº9, capítulo I, artigo 2º e 3º). Lemos ainda que por se tratar de uma zona sensível (um bairro), o barulho não pode ser superior a 55dB (Decreto de Lei nº9, capítulo III, artigo 11º). O artigo 14º do capítulo III deste Decreto, vem mais tarde proibir o ruído entre as 20h e as 8h em zonas sensíveis, pelo que, segundo o artigo 15º, é necessário obter uma licença especial pedida 15 dias antes do evento.
A nossa intervenção consistirá num convívio fora do comum num bairro que vive tão dentro das normalidades e do conforto passivo a que se habituaram. O objetivo é ter um transporte que deambula pelo bairro durante cerca de uma hora, a velocidade pedonal, de modo a ir atraindo os moradores à medida que passa pelas suas casas. O percurso culminará na praça em frente ao liceu, onde o veículo parará e se presenciará uma festa com música e atuações. Nada nesta intervenção será comum, tudo será composto por situações inesperadas, desde o género musical à própria configuração do nosso meio de transporte pelo bairro.
Em primeiro lugar, o transporte tratar-se-á de uma caravana cigana. Esta será adquirida pela empresa World Housing Systems (WHS), que constrói diferentes tipologias de edifícios utilizando painéis compósitos. As construções são rápidas e têm uma longa durabilidade, sendo também económicas. A fábrica situa-se em Benavente e as peças poderão, se necessário, estar prontas em 24 horas. É possível estas serem enviadas e montadas por nós, visto que o sistema de montagem é fácil e acessível a qualquer pessoa que tenha conhecimentos básicos de bricolage, ou podem ser montadas por um técnico da empresa.
A caravana será pintada por nós, visto que o modelo vem da fábrica de cor creme, e o material permite a aplicação de tintas. Será decorada com diferentes tecidos e fitas, e ainda com chocalhos e latas presas atrás por cordas, para fazer som. Estará instalado um amplificador a pilhas, emprestado pelo nosso colega Tiago Marinho, e o podcast será gravando anteriormente para que seja transmitido no dia do evento através de um computador portátil ou smartphone.
A caravana é puxada por um cavalo. O cavalo é emprestado pela Joana Silva, amiga da Sofia Grilo, e encontra-se no Hipódromo do Campo Grande. Para transportar o cavalo até ao Bairro contrataremos uma empresa de transporte de cavalos, chamada Aluguercavalos. Esta empresa tem sede em Santarém, concretamente em Rio Maior, pelo que os custos (cobrados por km) serão um pouco elevados. O percurso realizado pela carrinha de transporte seria Rio Maior - Hipódromo do Campo Grande - Bairro do Arco do Cego - Hipódromo do Campo Grande - Rio Maior, fazendo um total de 171 km. O custo é de 80 cêntimos por km, pelo que na totalidade este serviço nos ficaria a 136,80€.
Durante o percurso da caravana passará um podcast por nós gravado, que combinará diversas músicas animadas com comentários a divulgar o nosso jornal do bairro, Desassossegos Invisíveis, e ainda uma rubrica que abordará os nossos gostos e desgostos relativamente ao Arco do Cego.
No final, a caravana ficará parada na praça em frente ao liceu, onde decorrerá uma festa. As atuações serão por parte da banda Farra Fanfarra e do grupo de dançarinas ciganas do bairro da Balsa em Viseu. Todo este evento se desenrolará de forma muito informal e familiar, visando o convívio entre os moradores e a criação de laços.
(Antes das atuações, durante a passagem das músicas em "EXTRAS", desenrolar-se-há um momento de convívio e amizade)
PLAYLIST:
No Smoking Orchestra - Pitbull Terrier
No Smoking Orchestra - Wanted Man
No Smoking Orchestra - Dobrila
Idoli – Maljciki
Goran Bregovic - Gas Gas
Goran Bregovic - Pampur Galbeno
Farra Fanfarra - Videoclip
Goran Bregovic - Kalasnjikov/Kalashnikov
Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra – Karakaj
EXTRAS:
The Gipsy Kings - Volare
Zabranjeno pusenje - Straza pored Prizrena - Na strazi pored Prizrena
Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra -Drang Nach Osten